V SAVET - Semana Acadêmica de Veterinária

        Na semana do dia 24 a 29 de setembro, a Bióloga e Mestre em Ciências Ambientais e Sustentabilidade Agropecuária Kamilla Costa Mecchi, apresentou na V Semana Acadêmica de Veterinária a palestra com o tema: Resgate da Fauna Silvestre no Licenciamento Ambiental.
        Representando a empresa Samorano Consultoria Ambiental, a bióloga introduziu apresentando as etapas do licenciamento ambiental para o estado do Mato Grosso do Sul, citando algumas legislações vigentes. Explicou a diferença do licenciamento a nível estadual versus federal. Exemplificou os diversos métodos de captura e de amostragem para a fauna silvestre. E finalizou expondo os resultados do trabalho de resgate de fauna que a empresa Samorano Consultoria Ambiental vem atuando nos municípios de Chapadão do Sul, Inocência e Água Clara/ MS.
           Após 1h30min de palestra, houve interação com o público, através de perguntas. Um acadêmico de veterinária questionou, se além do resgate de fauna, teria outros monitoramentos ambientais, como o de ruídos. A palestrante então respondeu que além do resgate de fauna, há mais de 21 programas ambientais sendo desenvolvidos na área do futuro empreendimento e que um deles, contempla sim, a medição de ruídos. Foi esclarecido que os relatórios são enviados semestralmente ao órgão ambiental IMASUL e até o momento, o nível de ruídos se encontra dentro dos limites estabelecidos pela NBR n° 10.151 (2000).

As informações sobre o evento segue abaixo:

Figura 1. Cartaz da V Semana Acadêmica de Veterinária (SAVET), realizada entre os dias 24 a 29 de setembro de 2018.

Objetivo:
    No mundo globalizado, a aquisição de novos conhecimentos e o aprimoramento do aprendizado acadêmico se faz necessário como um complemento do ensino desenvolvido na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Nesse sentido, a Semana Acadêmica do Curso de Medicina Veterinária se faz presente com o intuito de aprimorar saberes, apresentar novos conhecimentos e permitir a interação de seus acadêmicos com as experiências de alunos de outras instituições de ensino superior, pesquisadores e profissionais das mais diversas áreas de medicina veterinária. Em 2018, o SAVET trará Workshop de Saúde Pública e Equideocultura, tornando o evento mais prático e atrativo.
Público-alvo:
   Acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da UCDB e de outras instituições, profissionais e empresários da área.
Algumas imagens foram disponibilizadas pela organização do evento:

Figura 2. Slides apresentando os patrocinadores do evento: Samorano Consultoria Ambiental. Fonte: Kamilla Mecchi, 2018.


Figura 3. Apresentação oral com o tema: Resgate da Fauna Silvestre no Licenciamento Ambiental. Fonte: Organização SAVET, 2018.

Figura 4. Apresentação oral com o tema: Resgate da Fauna Silvestre no Licenciamento Ambiental. Fonte: Organização SAVET, 2018.

Demais informações ou dúvidas, entre em contato pelo e-mail: kamilla@samorano.com.br

Divisão Hidrográfica presente em Mato Grosso do Sul

 Divisão Hidrográfica Nacional – DHN
Região hidrográfica do Paraguai
Bacia Hidrográfica Paraguai


Região hidrográfica do Paraná
Bacia Hidrográfica do Paraná
O Brasil possui 12 regiões hidrográficas sendo elas a região hidrográfica Amazônica, Tocantins-Araguaia, Atlântico Nordeste Ocidental, Parnaíba, Atlântico
Nordeste Oriental, Bacia do Rio São Francisco, do Atlântico Leste, Atlântico Sudeste, Paraná, Paraguai, Uruguai, Atlântico Sul. 
Mato Grosso do Sul possui seus recursos hídricos inseridos nas Bacias Hidrográficas ou do Paraná ou na do Paraguai.

Bacia Hidrográfica Amazônica

Região hidrográfica do Tocantins-AraguaiaBacia Hidrográfica Tocantins-Araguaia



















Região hidrográfica do Parnaíba
Bacia Hidrográfica Parnaíba
Região hidrográfica do Atlântico Nordeste Ocidental
Bacia Hidrog. Atlântico Nordeste Ocidental







Região hidrográfica do Atlântico Leste
Bacia Hidrográfica Atlântico Leste





Região hidrográfica do Atlântico Nordeste Oriental
Bacia Hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental




















Região hidrográfica do Atlântico Sudeste
Bacia Hidrográfica Atlântico Sudeste






Região hidrográfica do Atlântico Sul
Bacia Hidrográfica Atlântico Sul











Região hidrográfica do Uruguai
Bacia Hidrográfica Uruguai













Samorano Consultoria Ambiental

Fonte:
http://comunidadedasaguas.ning.com/profiles/blogs/publicacao-e-estudos-do-pnrh-serao-lancados-em-seminario-em-brasi

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Regi%C3%B5es_hidrogr%C3%A1ficas_do_Brasil#cite_note-UolEduca.C3.A7.C3.A3o_Amaz.C3.B4nica-3

Samorano na semana de engenharia ambiental UNIDERP


A Samorano Consultoria Ambiental, juntamente com outros patrocinadores, apoia a I Semana da Engenharia Ambiental – Uniderp  que será realizada entre os dias 17 e 20 de abril de 2017.
Nesta semana de evento serão desenvolvidas palestras, exposições de trabalho acadêmicos, debates e outras atividades.

Os engenheiros ambientais são profissionais essenciais para compor a equipe multidisciplinar que atua em licenciamento ambiental e em atividades de educação ambiental. Estes profissionais são capazes de desenvolver análises e aferições quanto a correta operação de sistemas de controle da qualidade ambiental dos empreendimentos que apresentam atividades potencialmente poluidoras. A  correta atuação do engenheiro ambiental pode evitar que ocorram contaminações e danos ambientais.



22 de Março – Dia Mundial da Água

No dia 22 de Março comemora-se o dia mundial da Água, este recurso é um bem finito e essencial para a vida no planeta!



Aprenda a evitar o desperdício no dia-a-dia:

  • Tome banhos rápidos!
  • Feche a torneira quando estiver escovando os dentes ou se barbeando!
  • Ao lavar o carro, use balde e esponja no lugar da mangueira!
  • Se você tem uma torneira pingando, conserte‑a!
  • Reutilize a água da máquina de lavar e a água da chuva para a limpeza da casa!

Preservar a água é cuidar da vida.
 Não desperdice!


Fonte: SEBESP

16 de Março – Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas

Arte: sirte.org.br, 2015.

Dia 16 de Março é comemorado o Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas. A data comemorativa foi criada com o objetivo de chamar a atenção da população para as mudanças climáticas de causa antrópica, ou seja, causadas por ação humana.

A Organização das Nações Unidas – ONU realiza periodicamente a Conferencia sobre a mudança climática, na qual reúne os países membros e estabelecem acordos e metas que visam a redução da emissão gases potencializadores do efeito estufa, como o Dióxido de Carbono. A primeira conferência resultou no Protocolo de Kyoto, redigido em 1997, começou a valer em 2005 com validade até 2020.

O clima influencia em todas as ações humanas e é por ela influenciado. No nosso dia-a-dia a gasolina consumida pelo carros emite Dióxido de Carbono no ar, contribuindo para o aquecimento do planeta.

Segundo a ONU, a queima de combustíveis fósseis (Carvão, derivados do Petróleo e Gás), cada vez mais intensa nos últimos 150 anos é a principal responsável pelas mudanças climáticas observadas por cientistas do mundo todo e publicadas através de relatórios pelo IPCC/ONU.

O aumento da temperatura do planeta pode interferir no ciclo das chuvas, por exemplo, causando impactos diretos na agricultura, na captação e reserva de água, na geração de energia, entre outros. Este não é o único impacto! O aumento da temperatura, prejudica também toda a fauna e flora adaptada a determinado clima e regime hidrológico.

Pequenas ações podem ajudar a controlar o efeito estufa, como deixar o carro em casa e utilizar transportes alternativos (ônibus, bicicleta, carona...), plantar árvores nativas, economizar energia, entre outros.

Neste dia procure refletir sobre quais ações produzem impacto no clima e como podemos minimizá-los!

A preservação do planeta e de todos que nele habitam depende de nós!


Referências




http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/11/141102_ipcc_relatorio_fn

Fogo no Cerrado: Cuidado!

O fogo faz bem ao Cerrado?
Durante muito tempo se pensou que o fogo, pela sua capacidade destrutiva e pelo resultado estético que ele provocava – uma paisagem coberta de cinzas, com árvores enegrecidas e sem folhas, aparentemente mortas – fosse uma força destrutiva e ruim para o Cerrado. Em meados da década de 1950, os estudos relevantes a respeito do Cerrado começaram a colocar essa idéia em questão. Apesar de ser uma força destrutiva, parecia que a relação entre fogo e Cerrado estava longe de ser compreendida apenas com esse viés catastrófico.

Hoje em dia, essa pergunta não tem uma resposta pronta e geral. São várias as fisionomias de Cerrado, e em cada uma delas existem vários tipos de comunidades de organismos. Cada comunidade pode ter sua própria dinâmica, gerando várias variantes de condições que, por sua vez, acarretam um grande número de possibilidades de diferentes queimadas. Assim como uma área de Cerrado sempre difere de outra, uma queimada em Cerrado nunca ocorre da mesma forma.

Apesar das dificuldades, é possível tentar aproximações para responder a pergunta inicial de uma forma menos geral. É preciso ter algumas informações chave para se dizer qual o tamanho do estrago ou do benefício que uma queimada pode acarretar. É necessário saber de que tipo de fisionomia de Cerrado se trata, por quanto tempo a área em que ocorreu ou ocorrerá uma queimada ficou protegida do fogo, quais as espécies vegetais mais freqüentes na área, em que época do ano ocorreu a queimada, qual direção da frente de fogo em relação à direção do vento, entre outros fatores.
Efeitos do fogo na vegetação do Cerrado.
Qualquer um que se dê ao trabalho de voltar a uma área de Cerrado dois dias após uma queimada, especialmente se esta ocorreu durante a estação chuvosa, ficará deslumbrado com o quadro que irá encontrar. Em meio a árvores retorcidas, enegrecidas e desfolhadas verá um tapete verde formado por gramíneas novas contrastando com o solo escurecido pelas cinzas.

Ao contrário do que pode parecer, a vegetação graminosa do Cerrado, apesar de perder suas folhas com a passagem do fogo, não sofre praticamente nenhum dano em suas raízes e outros órgãos subterrâneos. Esses órgãos são essenciais para que possam voltar a produzir novas folhas dias após a queimada.

A vegetação arbórea (árvores e arbustos) é mais susceptível a danos ocasionados por uma queimada. As altas temperaturas atingidas no primeiro metro de altura, onde as chamas estão mais presentes, são capazes de causar danos às estruturas do caule destas plantas, fazendo com que os fluxos de seivas sejam impedidos. Além disso, existe o risco do caule ser incinerado em determinadas situações. Estes acontecimentos podem causar a morte da planta. Podem, mas nem sempre causam.

Milhares de anos de seleção natural fizeram com que muitas árvores do Cerrado desenvolvessem estruturas capazes de “amortecer” os efeitos danosos do fogo. Algumas destas árvores possuem uma casca grossa composta de um material isolante térmico. Esse tipo de casca protege as estruturas essenciais do tronco das altas temperaturas encontradas fora da árvore. Outras possuem órgãos de reserva de nutrientes nas raízes, que são capazes de guardar elementos químicos necessários para a produção de novas folhas e até de novos troncos quando estes são destruídos pelo fogo.

Sem estes órgãos de reserva, mesmo que o tronco sobrevivesse às altas temperaturas, a árvore não teria condições de gerar novas folhas. Normalmente, folhas localizadas abaixo de dois metros de altura serão consumidas ou danificadas pelo fogo. Graças a essas reservas, no primeiro mês após o fogo é possível ver brotos de folhas novas desenvolverem-se.
Efeitos do fogo na fauna do Cerrado.
Os estudos feitos a respeito do impacto do fogo em populações animais existem em quantidades muito inferiores aos publicados com relação à vegetação. Entretanto, percebe-se por meio da observação de áreas queimadas que, minutos após a passagem do fogo, é possível encontrar lagartos e outros vertebrados de pequeno porte andando pela área. Estes animais, devido ao seu tamanho reduzido, são capazes de se proteger em buracos no solo.

Vertebrados de grande porte dificilmente são encontrados mortos em queimadas controladas de Cerrado. Em queimadas acidentais de grandes áreas pode ser encontrado um número reduzido de indivíduos mortos, especialmente tamanduás, lobos-guará e, em casos mais excepcionais, veados.

Dificilmente aves adultas são prejudicadas pelo fogo, por outro lado, ninhos podem ser totalmente destruídos dependendo de sua localização. É bastante comum observar-se o sobrevôo de aves carnívoras em áreas queimadas, atraídas pela cortina de fumaça que se forma. Estas aves encontram nas queimadas uma grande fonte de alimento. São vertebrados e invertebrados que se tornam prezas fáceis no solo nu de uma área atingida pelo fogo.

fonte: Pequi - Pesquisa e Conservação do Cerrado0 . 



Fauna do Cerrado


Devido ao desmatamento irregular, caça ilegal, contrabando de espécies alguns animais do Cerrado estão entrando em extinção.

Guia de espécies de animais típicas do Cerrado que estão em risco de extinção:

Nome Popular: Anta
Classificação Científica:
Nome Popular: Anta
Nome Cientifico: Tapirus terrestris
Família: Tapiridae
Ordem: Perissodactyla
Peso: Cerca de até 250 kg
Comprimento:
Fêmeas até 2,20 m
Machos até 2,00 m
Altura: Pode chegar a atingir até 1,10 m
Gestação: O período gestacional pode chegar a durar cerca de 335 a 439 dias
Número de filhotes: 1
Alimentação: Frutos, grama, folhas, plantas aquáticas, brotos e cascas de árvore.




Nome Popular: Capivara
Classificação Científica:
Nome Popular: Capivara
Nome Cientifico: H. hydrochaeris
Família: Hydrochoeridae
Ordem: Rodentia
Reino: Animalia
Classe: Mammalia
Filo: Chordata
Subordem: Hystricognathi
Género: Hydrochoerus



Nome Popular: Onça-pintada
Classificação Científica:
Nome Popular: Onça-pintada
Nome científico: Panthera onca
Família: Felidae
Ordem: Carnivora
Reino: Animalia
Classe: Mammalia
Filo: Chordata
Género: Panthera
Coloração da pelagem: Mesclada de amarelo, branco e preto
Altura: Cerca de aproximadamente 80 cm




Nomes Popular: Tatu-canastra
Classificação Científica:
Nome científico: Priodontes giganteus
Nomes populares: Tatu-canastra, tatu-carreta ou tatu-açu
Peso: O tatu-canastra adulto pode chegar a pesar cerca de aproximadamente 60kg



Nome Popular: Tatu-bola

Classificação Científica:
Nome Científico: Tolypeutes tricinctus
Nome Popular: Tatu-bola
Comprimento: O tatu-bola mede cerca de aproximadamente 50 centímetros
Alimentação: cupins, artrópodes, formigas, frutos, larvas de insetos e ovos de pequenos répteis.



Nome Popular: Lontra
Classificação Científica:
Ordem: Carnívora
Nome Vientífico: Lontra longicaudis
Nome Popular: Lontra
Família: Mustelidae
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Hábitos alimentares: Carnívora
Habitat: Rios e Lagos



Nome Popular: Tamanduá-bandeira
Classificação Científica:
Nome Científico: Myrmecophaga tridactyla.
Nome Popular: Tamanduá-bandeira
Família: Myrmecophagidae
Hábitos alimentares: Insetívoro



Nome Popular: Veado-campeiro
Classificação Científica:
Nome científico: Ozotocerus bezoarticus
Nome Popular: Veado-campeiro
Classe: Mammalia
Família: Cervidae
Ordem: Artiodactyla



Nome Popular: Cobra Cascavel
Classificação Científica:
Nome Cientifico: Crotalus durissus
Nome Popular: Cobra Cascavel
Família: Viperidae
Filo: Chordata
Reino: Animalia
Ordem: Squamata
Classe: Reptilia



Nome Popular: Cobra Coral Verdadeira
Classificação Científica:
Nome cientifico: Micrurus corallinus
Nome Popular: Cobra Coral Verdadeira
Família: Elapidae
Ordem: Serpentes
Filo: Chordata
Reino: Animalia
Classe: Reptilia


Além dessas espécies, algumas outras também correm risco de extinção no Cerrado, sendo elas:
Queixada
Lobo-guará
Paca
Jaguatirica
Cateto
Gambá
Onça-parda
Preá
Teiú
Cachorro-do-mato
Calango
Preguiça
Cobra-cipó
Sauá
Jiboia
Guariba
Cobra-coral falsa
Jararaca
Urutu