O perfil do Educomunicador Socioambiental

O Educomunicador Socioambiental é o educador que incentiva as pessoas para que estas desenvolvam habilidades comunicativas voltadas para fortalecer suas capacidades expressivas e formação cidadã; 
Incentiva a leitura crítica dos fenômenos e dos conteúdos e como são vistos pelos meios de comunicação; 
Implementa os planos para projetos político-pedagógicos de formação de educadoras e educadores ambientais, promove a atuação conectada de educadores e comunicadores ambientais em processos de intercâmbio de conhecimentos, baseados no interesse comum e solidário pela Educação Ambiental; 
Realiza pesquisas e experimentações, principalmente coletivas, sobre as relações entre comunicação e Educação Ambiental.

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental. Departamento de Educação Ambiental:Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA)
Saiba mais em:
http://www.mma.gov.br/estruturas/educamb/_arquivos/txbase_educom_20.pdf
                                                                                                                                                                       

Veja o Projeto atientupimentos de bueiros

 Algumas subprefeituras de São Paulo estão testando para implantação um sistema que impede que resíduos jogados nas ruas de forma imprudente pela população cheguem aos recursos hídricos das cidades ou entupa bueiros.
 Segundo reportagem do portal Terra o sistema é composto por um software e um filtro instalado no interior dos bueiros com capacidade de  300 litros. O filtro retém os resíduos e deixa a água passar. Quando o lixo alcança 80% da capacidade, um dispositivo avisa a central, que aciona as empresas responsáveis pela limpeza. Isso impede que os bueiros fiquem obstruídos e, na hora das chuvas, agravem as enchentes.

Cada subprefeitura de São Paulo tem, em média, 15 mil bueiros e bocas de lobos para administrar. O novo sistema otimizará o trabalho devido a capacidade de alertar a central administradora da necessidade de manutenção do bueiro.  A tecnologia facilita a operação, pois exige apenas a coleta do material já armazenado nos filtros.

A implantação deste sistema estima que empregos sejam gerados e que os resíduos retirados possam ser reciclados.


Fonte:
Sabrina Bevilacqua : http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI5553863-EI18949,00.html

O que são enchentes?

As enchentes ocorrem devido a chuvas fortes e contínuas. 
São calamidades que ocorrem quando um leito natural de um recurso hídrico recebe volume de água além do que é capaz de comportar em suas margens e transborda. Os recursos hidrícos podem ser lagos, rios, córregos, mares e oceanos.

Foto: 1*
As enchentes podem ser acarretadas pelo depósito errôneo de lixo em vias públicas que, com a força das águas, são arrastados causando o entupimento dos locais de saída de água. 
Quando chove demais nas áreas urbanas o risco de ocorrer enchentes aumenta porque o solo fica rígido devido aos cimentos, asfaltos e pisos presentes nas construções, assim as águas das chuvas não conseguem se infiltrar no solo. Esse  fator é agravado também se a água não tem para onde escorrer caso os bueiros estejam cheios de sujeira que algumas pessoas jogam no chão e o vento leva esse material para os bueiros e "bocas de lobo" que seriam utilizadas para drenar a água.
Foto: 2*
Além de perdas materiais e desconfortos a ocorrência de enchente pode trazer danos a saúde: transmitir doenças pelas águas como amebíase, cólera, hepatite A, salmonelose, teníase, lepitospirose entre outras.

Fonte:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=15833
Foto 1*:  http://www.jornallitoraldesaquarema.com.br/site/images/stories/rokstories/asfalto_web.jpg
Foto 2* : http://www.atarde.com.br/arquivos/2009/05/99952.jpg

Você viu nos jornais as enchentes que ocorreram em 2012?

 O ano de 2012 começou bastante chuvoso no Brasil.
Algumas cidades dos Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais sofreram com o volume das chuvas que em alguns lugares as chuvas foram tão intensas que acarretaram enchentes. Muitas pessoas ficaram desabrigadas, perderam seus móveis, as moradias ficaram inundadas, fatos muito entristecedores.
Foto: G1.globo.com



Veja também outras notícias:
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/01/enchentes-no-rj-deixam-desalojados-moradores-de-comunidades-rurais.html


Fonte:
 http://portal.saude.gov.br
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=31400&janela=1
http://www.brasilescola.com/geografia/enchentes.htm
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=15833
Mato Grosso do Sul possui o Comitê Estadual de Saúde em Desastres Naturais e de origem causada pelo ser humano (antropogênica), conforme a Resolução 107 de 14/12/2011. Este comitê é a formado por vários Órgãos presentes dentro do quadro funcional da Secretaria Estadual de Saúde. 
Este comitê foi criado devido a necessidade de uniformizar, fortalecer e consolidar a atuação da saúde em desastres no âmbito do Sistema Nacional de Defesa Civil e consolidará a atuação de serviços da saúde em desastres naturais dentro do território sul-mato-grossense.

Objetivos do Comitê Estadual de Saúde em Desastres Naturais

Conforme a Resolução 109 de 13/12/2011 da Secretaria Estadual de Saúde o Comitê Estadual de Saúde em Desastres, de caráter consultivo e deliberativo, tem por objetivos:
 
I. contribuir para a organização e o fortalecimento da atuação da Secretaria Estadual de Saúde no que se refere à Vigilância em Saúde Ambiental dos Riscos Associados aos Desastres, tendo por premissa as diretrizes definidas no Pacto pela Saúde (2006)
II. corroborar para o aprimoramento das ações de Vigilância em Saúde Ambiental dos Riscos Associados aos Desastres, por meio da análise da situação de saúde da população e dos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde pública
III. fomentar a integração das ações de Vigilância em Saúde Ambiental dos Riscos Associados aos Desastres com a Atenção à Saúde, bem como com as demais áreas da Vigilância em Saúde, para garantir a integralidade do cuidado à saúde da população.

Cabe ao Comitê Estadual de Saúde em Desastres, com o intuito de alcançar os objetivos propostos, atuar da seguinte forma:
I. Coordenar a execução da análise permanente da situação de saúde da população, a qual se destina a identificar e acompanhar os fatores determinantes e condicionantes que compõem os cenários de risco associados aos desastres;
II. Fomentar a identificação, construção e utilização de indicadores de vigilância em saúde ambiental, para gestão dos riscos associados aos desastres, no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde;
III. Analisar e recomendar ações de vigilância em saúde dos riscos associados aos
desastres com o intuito de reduzir as vulnerabilidades associadas aos riscos de desastres e o seu impacto nas áreas de risco indicadas pelas Secretarias Municipais de Saúde.
IV. Priorizar o apoio às ações preventivas e às relacionadas com a redução dos riscos de desastres;
V. Manter atualizadas e disponíveis as informações relacionadas às situações de desastres ocorridas no âmbito estadual;
VI. Cooperar com a equipe de atenção primária, em cada território ou regional de saúde, na identificação das áreas de risco em função das ameaças mais freqüentes (inundação, seca, tornado, vendaval e queimadas como exemplos de ameaças naturais);
VII. Implantar um banco de dados que permita construir cenários sobre as condições de vida, a situação de saúde, as ameaças que com mais freqüência atingem as comunidades, as principais vulnerabilidades que contribuem para a ocorrência de desastres.
VIII. Monitorar os informes de alerta dos órgãos de previsão e acompanhamento para execução dos planos de ação em tempo oportuno.
IX. Manter atualizados o cadastro de recursos humanos dos Comitês Municipais de Desastres a serem convocados em situações de desastres.

Fonte:
DIÁRIO OFICIAL n. 8.11013 DE JANEIRO DE 2012, PÁGINA 9
http://ww1.imprensaoficial.ms.gov.br/pdf/DO8110_13_01_2012.pdf

2012 é o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos

Sustainable Energy for All na língua portuguesa significa "Energia Sustentável para Todos". 
Este é o tema que será abordado em 2012 pela Organizações das Nações Unidas - ONU.
A intenção é que dentro de 18 anos seja alcançado três grandes objetivos relacionados a produção de energia: Até o ano de 2030 deve ser assegurado que todos tenham acesso a serviços modernos de energia; que seja diminuido em 40% a intensidade de consumo de energia no mundo e que 30% das fontes de energia utilizadas no mundo sejam de origem renovável.


Energia Eólica é gerada através da utilização da força do vento
Energia Hídrica é gerada através da utilização da força dos rios
Energia Solar é gerada através da utilização de placas que captam a luz solar e converte em energia