SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Em comemoração a Semana Mundial do Meio Ambiente, a Comissão Permanente de Meio Ambiente da Câmara Municipal de Campo Grande, que é presidida pelo vereador Eduardo Romero (PT do B) organiza uma série de atividades com audiências públicas, seminário e palestras para discutir temáticas de relevância nas áreas de preservação, políticas públicas e impactos diretos para a população. Comemorando o fato de que a população tem colaborado com denúncias em relação a ações poluidoras, de desmatamento e várias outras em desacordo com leis ambientais. Agora, as ações coordenadas pelo gabinete querem trazer a comunidade para discutir e sugerir às autoridades políticas ações de preservação e educação ambiental.
 
No dia 3de junho, às 9h: Acontece audiência pública sobre arborização urbana. 
Entre os temas como o plantio de arvores por compensação ambiental, TAC´s, plano de arborização,situação de árvores centenárias, Programa Via Verde, produção dos viveiros, segurança do mobiliário urbano, eficácia dos serviços de poda e remoção. O evento será no Plenário Oliva Enciso, na Câmara Municipal da Capital.
 
Em 4 de julho, terça-feira, 9h: a audiência públicas será sobre resíduos sólidos e coleta seletiva. 
Os temas abordados serão o programa de coleta seletiva avaliação da implantação do plano Municipal de Resíduos Sólidos, andamento das obras do Aterro Sanitário e Usina de Processamento de Lixo, participação de cooperativas e associações de catadores, contratos e convênios municipais de gerenciamento de resíduos, resíduos especiais e limpeza urbana. O evento é no Auditório Edroim Reverdito, na Câmara.
 
Dia 5, às 14h: Audiência pública com o tema queimadas urbanas ocorre  na Câmara Municipal. 
A intenção é discutir ocorrências e problemáticas, conscientização da população, ações do poder público, fiscalização e punição, brigadistas, queima de lixo doméstico e limpeza de terrenos, impacto ambiental e saúde coletiva.
 
Dia 6 de junho, às 14h: Ocorre audiência pública sobre atividades industriais em Campo Grande. 
O tratamento de resíduos industriais, controle e redução da emissão de gases, compensação ambiental, impacto social, ocupação do solo serão temas abordados.
 
Na sexta-feira, 7 de junho, ocorre seminário Meio Ambiente – Soluções Urbanas.
O palestrante será Mário Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica e também Helena Clara Kaplan, da Comissão de Meio Ambiente da OAB/MS. O evento será às 9h, no auditório da Universidade Católica Dom Bosco. No dia 7 tem ainda solenidade de lançamento  da Frente Parlamentar Ambiental Ambientalista de Mato Grosso do Sul, às 15h, no Plenarinho da Câmara Municipal. Estão confirmadas as presenças de vereadores ligados às questões ambientais e membros de Comissões de Meio Ambiente do Estado.

 

Conferência Nacional de Meio Ambiente

http://www.conferenciameioambiente.gov.br/


A Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS aponta, entre seus objetivos possui a não geração, a redução, a reutilização, a reciclagem, o tratamento dos resíduos sólidos e a destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos. 
Indica a redução do uso dos recursos naturais como água e energia no processo de produção de novos produtos, o aumento da reciclagem no Brasil, a promoção da inclusão social e a geração de emprego e renda para catadores de materiais recicláveis, entre outras ações.

Será tratada na Conferência de Meio Ambiente, cada Estado terá suas reuniões antes da realização desta conferência. Entre no site do evento!



Mata Atlântica: Situação do desmatamento por Estado entre 2008-2009


Estado





Área do Mata Atlântica (km²)





Área desmatada entre 2008-2009 (km²)





% do bioma desmatado entre 2008-2009
MG
241.713
115,8
0,05%
BA
108.128
65,8
0,06%
SC
93.152
17,6
0,02%
PR
194.011
14,1
0,01%
SP
165.534
13,3
0,01%
MS
50.392
9,7
0,02%
RS
102.992
7,3
0,01%
ES
45.247
2,1
0,00%
GO
10.493
1,6
0,02%
SE
10.531
0,8
0,01%
RJ
41.370
0,4
0,00%
PE
16.424
0,3
0,00%
AL
14.382
0
0,00%
RN
2.733
0
0,00%
PB
4.571
0
0,00%

Mata Atlântica


A Mata Atlântica caracteriza-se pela vegetação exuberante. Entre as espécies mais comuns encontram-se algumas briófitas, cipós, e orquídeas.

A fauna local é formada principalmente por anfíbios (grande variedade de anuros), mamíferos e aves das mais diversas espécies. É uma das áreas mais sujeitas a precipitação no Brasil. As chuvas são orográficas, em função das elevações do planalto e das serras.

A biodiversidade da Mata Atlântica é semelhante à biodiversidade da Amazônia. Há subdivisões do bioma da Mata Atlântica em diversos ecossistemas devido a variações de latitude e altitude. Há ainda formações pioneiras, seja por condições climáticas, seja por recuperação, zonas de campos de altitude e enclaves de tensão por contato. A interface com estas áreas cria condições particulares de fauna e flora.

A vida é mais intensa no estrato alto, nas copas das árvores, que se tocam, formando uma camada contínua. Algumas podem chegar a 60 m de altura. Esta cobertura forma uma região de sombra que cria o microclima típico da mata, sempre úmido e sombreado. Dessa forma, há uma estratificação da vegetação, criando diferentes habitats nos quais a diversificada fauna vive. Conforme a abordagem, encontram-se de seis a onze estratos na Mata Atlântica, em camadas sobrepostas.

Da flora, 55% das espécies arbóreas e 40% das não-arbóreas são endêmicas ou seja só existem na Mata Atlântica. Das bromélias, 70% são endêmicas dessa formação vegetal, palmeiras, 64%. Estima-se que 8 mil espécies vegetais sejam endêmicas da Mata Atlântica.

Observa-se também que 39% dos mamíferos dessa floresta são endêmicos, inclusive mais de 15% dos primatas, como o Mico-leão-dourado. Das aves 160 espécies, e dos anfíbios 183, são endêmicas da Mata Atlântica.




Fonte:
http://www.ibflorestas.org.br/pt/bioma-mata-atlantica.html

27 de maio - Dia da Mata Atlântica


Hoje é dia da Mata Atlântica: 27/05/2013


Conferência Estadual de Meio Ambiente de MS


A Conferência Estadual de Meio Ambiente contribuirá para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, debatendo prioritariamente o incentivo à produção e ao consumo sustentáveis; a política de gestão de resíduos, a redução de impactos e a recuperação ambiental; a política de gestão de resíduos e a geração de emprego, trabalho e renda - o desafio da agenda dos catadores; e a Educação Ambiental. 


Em Campo Grande-MS será realizado nos dias 26 e 27 de agosto de 2013.

Fonte:

Campo Grande Recicla (Coleta Seletiva Separar para Reciclar)

O QUE É?
O Programa Coleta Seletiva tem o objetivo de reduzir o impacto ambiental gerado pela produção de resíduos da nossa cidade, destinando corretamente os materiais para reciclagem, reaproveitamento ou descarte. O programa consiste na coleta porta-a-porta e no sistema de entrega voluntária dos materiais recicláveis nos chamados LEV’s (Locais de Entrega Voluntária) e Ecopontos. 
Cada dia da semana, um bairro participante da coleta, recebe um caminhão especial que leva os resíduos secos. Os materiais coletados são encaminhados para a reciclagem e reaproveitamento. Outro caminhão – que habitualmente já recolhia o lixo comum – continua passando nos bairros, recolhendo desta vez apenas os resíduos úmidos. O lixo úmido continuará sendo recolhido pelo caminhão de coleta como habitualmente. Desta forma cada bairro participante do programa recebe dois caminhões coletores, um para os resíduos secos e outro para os úmidos. O de resíduos secos avisa quando está próximo com um efeito sonoro.
A Usina de Processamento de Lixo - UPL da cidade está em construção, e quando finalizada realizará a separação dos materiais recicláveis em parceria e sob responsabilidade de catadores de materiais recicláveis organizados em cooperativas.

Conheça melhor sobre esse programa acessando o site:

Se cada um fazer a sua parte, tornaremos a nossa cidade cada vez mais sustentável.

Projeto Água Brasil - WWF e BB



Projeto Água Brasil é uma iniciativa para levar a educação ambiental em 14 microbacias divulgando o uso racional dos recursos hídricos nas propriedades rurais situadas na Amazônia, Caatinga, Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e Pampa. Este projeto é realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA), a Fundação Banco do Brasil e o WWF-Brasil. 

Em Campo Grande - MS existe o projeto de recuperação das áreas rurais presentes na microbacia Guarirobá.

A bacia hidrográfica selecionada está inserida na Área de Proteção Ambiental do manancial do córrego Guariroba, denominada APA do Guariroba, que fornece mais de 50% do abastecimento público de água de Campo Grande. Nesta há presença de muitas nascentes, junto a regiões de veredas, que se encontram em avançado estágio de degradação ambiental, e que define um retrato bem próprio desta bacia, promovendo o assoreamento dos corpos hídricos, perda de fertilidade do solo e comprometimento da quantidade e qualidade da água desta bacia.
Fonte:
http://www.bbaguabrasil.com.br/#!/projetos-socioambientais
http://www.bb.com.br/docs/pub/inst/dwn/SEGuariroba.pdf

Samorano desde 2005 em Campo Grande-MS


A Samorano Consultoria Ambiental possui sede em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul desde o ano de 2005. Desenvolve estudos e projetos imprescindíveis ao equilíbrio entre o uso e conservação dos recursos naturais, em seus trabalhos técnicos e de pesquisa leva em consideração o contexto sócio-econômico e ambiental presentes nas áreas de influências dos empreendimentos parceiros. A educação ambiental é desenvolvida utilizando linguagem de acordo com a faixa etária dos participantes das atividades