Aumento da temperatura da Terra.


                                Fonte: www.aquariuslife.com.br

Pesquisas confirmam que o aumento da temperatura média do Planeta ocorre desde meados do século XIX e deverá continuar no século XXI. Isso em função do aumento da emissão de gases poluentes (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono), derivados da queima de combustíveis fósseis. Esses gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha e atuam obstruindo a dissipação do calor terrestre no espaço, pois formam uma camada de poluentes de difícil dispersão.
O desmatamento e a queima de florestas e matas também colaboram para este processo, isso porque ocorrem mudanças no solo, quando uma floresta é derrubada e queimada da lugar ao estabelecimento de pastagem, agricultura ou outra forma de uso da terra, essas atividades liberam uma grande quantidade de carbono na forma de CO2 para a atmosfera contribuindo, assim, para o aquecimento global. Estima-se que 1,6 bilhões de toneladas de carbono foram emitidas para a atmosfera por ano devido às mudanças no uso do solo durante a década de 1990.
O aumento da temperatura já foi registrado em quase 1 grau Celsius (°C), o que pode parecer insignificante, porém, segundo cientistas, se a temperatura do planeta aumentasse em 2°C, as chuvas e secas já se alterariam. Se a elevação fosse de 5°C, a pecuária e agricultura seriam fortemente afetadas. Em grande parte das zonas tropicais, a temperatura em níveis mais altos inundaria cidades litorâneas e causariam catástrofes com mais frequência.
A boa notícia é que existem várias maneiras de reduzir as emissões dos gases de efeito estufa e os efeitos no aquecimento global. Medidas devem ser adotadas partindo de políticas nacionais e internacionais. Diminuir o desmatamento, investir na redução do consumo de energia e na eficiência energética, utilizar biocombustíveis (etanol, biodiesel) ao invés de combustíveis fósseis (gasolina, óleo diesel), investir no reflorestamento e na conservação de áreas naturais, incentivar o uso de energias renováveis não convencionais (solar, eólica, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas), são algumas das possibilidades.